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PROFESSORA DO CENTRO UNIVERSITÁRIO DE ADAMANTINA CONQUISTA 1º LUGAR EM FEIRA DE CIÊNCIAS DA UNESP

A docente do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Adamantina, Prof.ª Ma. Silvana Gomes Gonzalez, obteve a primeira colocação como divulgadora científica na 1ª Flipped Science Fair (Feira de Ciências Invertida), uma feira de exposição de divulgação científica da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), Câmpus de Tupã.

Realizada no dia 31 de maio na Escola Estadual Joaquim Abarca, a feira foi coordenada pela professora Cristiane Hengler Corrêa Bernardo na disciplina de Divulgação Científica do Programa de Pós-Graduação em Agronegócio e Desenvolvimento (PGAD) da Faculdade de Ciências e Engenharia da Unesp. Durante a atividade, os estudantes do ensino médio assumiram o papel de “juízes” para avaliar os projetos de pesquisa dos alunos da pós-graduação quanto ao uso de linguagem acessível e atrativa para a compreensão do público. 

A professora Silvana é doutoranda do PGAD e participa do projeto intitulado “Efeito do estresse térmico sobre o desempenho zootécnico, parâmetros fisiológicos e imunológicos de galinhas poedeiras”, financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

“Foi um privilégio incrível e desafiador apresentar um projeto de pesquisa de alto nível, adequando a linguagem para a compreensão do nosso público, utilizando de muita criatividade e habilidades manuais”, afirma.

Participam do projeto os docentes da Unesp de Tupã Prof. Dr. Danilo Florentino Pereira, Prof. Dr. Felipe André dos Santos e a assistente de suporte acadêmico II, Ma. Regiane Canatto; da Unesp de Dracena, o Prof. Dr. Ricardo Velludo Gomes Soutello; do Centro Universitário de Adamantina, a Prof.ª Ma. Fernanda Paes de Oliveira Boreli e a Prof.ª Ma. Silvana Gomes Gonzalez, além de discentes.


Detalhamento do projeto


De acordo com a professora Silvana, o objetivo do projeto é verificar a forma como as aves de postura se adaptam a novas temperaturas estando submetidas a uma câmara climática com 26 graus e outra de 36º. 

“Houve uma mortalidade no ano 2020 de mais 70 mil aves no período de dois dias em Bastos, porque a temperatura do ambiente chegou a 41 graus, que é a mesma temperatura corporal das aves. E a nossa pergunta foi: Que recursos as que sobreviveram tinham de melhor para que conseguissem uma sobrevida? Estamos estudando o que as aves conseguem mobilizar de sistema adaptativo para viver em altas temperaturas”, explica.

O estudo pertence aos ramos da epigenética e da ambiência, no qual os pesquisadores poderão verificar quais alterações ocorreram no DNA dessas aves e no perfil proteômico (estudo que objetiva caracterizar o número máximo de proteínas de um organismo completo), em virtude de serem expostas a uma temperatura mais alta.

Fonte: FAI

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